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	<title>Comentários em: Reciclando comentários a pedido (Revisto)</title>
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	<description>As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira</description>
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		<title>Por: Rui MCB</title>
		<link>http://adufe.net/2006/04/reciclando-comentarios-a-pedido-revisto/comment-page-1/#comment-6628</link>
		<dc:creator>Rui MCB</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2006 09:44:47 +0000</pubDate>
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		<description>Bela nota final...
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Bela nota final&#8230;</p>
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		<title>Por: josé</title>
		<link>http://adufe.net/2006/04/reciclando-comentarios-a-pedido-revisto/comment-page-1/#comment-6627</link>
		<dc:creator>josé</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Apr 2006 15:30:55 +0000</pubDate>
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		<description>Será preciso dizer uma vez mais e antes do mais que o tempo que se  gasta ( que gasto)a glosar prosas do personagem, tem mais a ver com o símbolo de um certo discurso e com um certo perfil do que propriamente com a pessoa em si.

JPP é comentador que se intitula( ou alguém o fez e ele deixou) Historiador ( com H grande...é preciso ter lata!)e logo aí o ridículo pode atacar, fulminante.

Depois, como comentador, parece-me um bom diletante. Tirando a matéria estritamente politiqueira, os parâmetros que balizam as crónicas ainda nem estarão bem definidos. No tempo de Durão Barroso, era uma coisa. NO tempo de Santana, outra. Agora, ainda outra.
Quanto a ideias básicas sobre assuntos importantes ( Europa, Educação, Administração Pública em geral e reformas em particular) que podemos aprender com JPP que o não possamos aprender com maior proveiros, com outros, mesmo notórios, mas melhor preparados para estes assuntos?

As leituras de jornais e o acompanhamento do assuntos por via mediática, é um método ao dispor de muita gente, actualmente e que vai escrevendo opinião sobre esses assuntos, como acontece aqui neste blog e noutros.
Neste nível de opinião, a de JPP é perfeitamente similar à restante que se encontra disponível e talvez, em muitos casos mais interessante.
Neste campo, o tempo de JPP está a passar como sendo o da detenção de um isntrumento de influência ( raras vezes ouço ou leio alguém a citar o JPP como tendo dito ou escrito algo de relevante e distinto, digno de citação).
Será assim um perigo para a notoriedade de certos indivíduos como ele, o banalizar a exposição, mas também já não há remédio: ela está mesmo banalizada porque a escassez de opinião relevante que chegou a ser um facto, não o é mais.

Nos jornais de hoje, os comentadores respeitados, seguidos e lidos atentamente, são muito poucos e uma boa parte deles, sê-lo-á, não pelo saber que transmitem, mas pelo estilo de abordagem dos assuntos. É o caso de VPV e de António Barreto.

JPP, neste campo perdeu terreno  e ainda bem que isso aconteceu, para bem do &quot;espectro&quot; social onde se podem recrutar opiniões e da renovação do leque de quem pode exprimir ideias sobre os assuntos da polis.
Infelizmente, o número e qualidade de comentadores disponíveis e conhecidos, não abunda. Nem na imprensa, nem nos blogs.
Haverá outros?!
Certamente. Mas onde páram?
Por aí, certamente. 
O episódio JPP deve inserir-se neste contexto e por isso JPP figura como perdedor e é inevitável atribuir-lhe um estatuto de despeitado, por esta novidade que surge abruptamente até das caixas de comentários anónimos e que lhe desbastam o campo que julgava seguroa para continuar a mondar mais uns tempos.
COmo alguém já escreveu, JPP é também um bluff. E suspeito que sabe que o é. 
Mais do que o será um MIguel Sousa Tavares, outro ocupante do espaço dos comentários.
O pior nisto tudo, é que há uma vertente pouco referida: o dinheiro, a fama e o proveito que resulta do mercado de comentadores disponíveis.
Se for verdade que um programa como a Quadratura dá qualquer coisa como 5 mil euros a cada comentador por mês, já se pode ver por aí, a importância que o couto tem para quem o ocupa e a preocupação em o não perder.
E sendo este um aspecto mais prosaico nesta polémica, também não é nada despiciendo e merece pelo menos uma menção.

Os tempos estão perigosos para os comentadores encartados e são agora estes &quot;coglionis&quot;, anónimos, anódinos e de pseudónimo em riste quem lhes aperta os ditos...num sentido figurado mas que eles sentem muito bem.
Enfim, o futuro apresenta-se radioso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Será preciso dizer uma vez mais e antes do mais que o tempo que se  gasta ( que gasto)a glosar prosas do personagem, tem mais a ver com o símbolo de um certo discurso e com um certo perfil do que propriamente com a pessoa em si.</p>
<p>JPP é comentador que se intitula( ou alguém o fez e ele deixou) Historiador ( com H grande&#8230;é preciso ter lata!)e logo aí o ridículo pode atacar, fulminante.</p>
<p>Depois, como comentador, parece-me um bom diletante. Tirando a matéria estritamente politiqueira, os parâmetros que balizam as crónicas ainda nem estarão bem definidos. No tempo de Durão Barroso, era uma coisa. NO tempo de Santana, outra. Agora, ainda outra.<br />
Quanto a ideias básicas sobre assuntos importantes ( Europa, Educação, Administração Pública em geral e reformas em particular) que podemos aprender com JPP que o não possamos aprender com maior proveiros, com outros, mesmo notórios, mas melhor preparados para estes assuntos?</p>
<p>As leituras de jornais e o acompanhamento do assuntos por via mediática, é um método ao dispor de muita gente, actualmente e que vai escrevendo opinião sobre esses assuntos, como acontece aqui neste blog e noutros.<br />
Neste nível de opinião, a de JPP é perfeitamente similar à restante que se encontra disponível e talvez, em muitos casos mais interessante.<br />
Neste campo, o tempo de JPP está a passar como sendo o da detenção de um isntrumento de influência ( raras vezes ouço ou leio alguém a citar o JPP como tendo dito ou escrito algo de relevante e distinto, digno de citação).<br />
Será assim um perigo para a notoriedade de certos indivíduos como ele, o banalizar a exposição, mas também já não há remédio: ela está mesmo banalizada porque a escassez de opinião relevante que chegou a ser um facto, não o é mais.</p>
<p>Nos jornais de hoje, os comentadores respeitados, seguidos e lidos atentamente, são muito poucos e uma boa parte deles, sê-lo-á, não pelo saber que transmitem, mas pelo estilo de abordagem dos assuntos. É o caso de VPV e de António Barreto.</p>
<p>JPP, neste campo perdeu terreno  e ainda bem que isso aconteceu, para bem do &#8220;espectro&#8221; social onde se podem recrutar opiniões e da renovação do leque de quem pode exprimir ideias sobre os assuntos da polis.<br />
Infelizmente, o número e qualidade de comentadores disponíveis e conhecidos, não abunda. Nem na imprensa, nem nos blogs.<br />
Haverá outros?!<br />
Certamente. Mas onde páram?<br />
Por aí, certamente.<br />
O episódio JPP deve inserir-se neste contexto e por isso JPP figura como perdedor e é inevitável atribuir-lhe um estatuto de despeitado, por esta novidade que surge abruptamente até das caixas de comentários anónimos e que lhe desbastam o campo que julgava seguroa para continuar a mondar mais uns tempos.<br />
COmo alguém já escreveu, JPP é também um bluff. E suspeito que sabe que o é.<br />
Mais do que o será um MIguel Sousa Tavares, outro ocupante do espaço dos comentários.<br />
O pior nisto tudo, é que há uma vertente pouco referida: o dinheiro, a fama e o proveito que resulta do mercado de comentadores disponíveis.<br />
Se for verdade que um programa como a Quadratura dá qualquer coisa como 5 mil euros a cada comentador por mês, já se pode ver por aí, a importância que o couto tem para quem o ocupa e a preocupação em o não perder.<br />
E sendo este um aspecto mais prosaico nesta polémica, também não é nada despiciendo e merece pelo menos uma menção.</p>
<p>Os tempos estão perigosos para os comentadores encartados e são agora estes &#8220;coglionis&#8221;, anónimos, anódinos e de pseudónimo em riste quem lhes aperta os ditos&#8230;num sentido figurado mas que eles sentem muito bem.<br />
Enfim, o futuro apresenta-se radioso.</p>
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