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Blogologia

Da gerência

O post "In the Jungle" foi actualizado.

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As Crónicas e os Contos

Apenas um gato

gato rotina.jpgA minha vida por um parágrafo.

Apenas um gato, na zona antiga de Penamacor.

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Desporto Economia

20 por cento (Act)

Será que os árbitros de futebol estão inibidos de investir em acções das SAD de clubes de futebol? (elo ao Canal de Negócios)

Publicado inicialmente às 10h20m 

ADENDA: Coloquei a pergunta ali de cima à APAF que respondeu de pronto. Eis a transcrição da resposta:

"Caro Rui Branco

A APAF agradece a sua mensagem e dá conta que o Regulamento das
Incompatitibilidades e Registo de Interesses, documento aprovado pela
Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Futebol, em 16 de Setembro
de
2000, diz, no seu artigo 1º, alínea a), que é incompatível realizar
negócios
com a Federação Portuguesa de Futebol, Liga Portuguesa de Futebol
Profissional e seus sócios ordinários, clubes, sociedades anónimas
desportivas e sociedades ou outras pessoas singulares ou colectivas que
nestas detenham mais de 10% do respectivo capital social.
Já o artigo 5º (Obrigação de Informação), esclarece que, para os
efeitos do
disposto na alínea atrás referida, as sociedades anónimas desportivas
devem
informar o Conselho de Disciplina (da FPF) ou a Comissão de Disciplina
(LPFP) sobre a identidade das sociedades ou outras pessoas singulares
ou
colectivas que nelas detenham mais de 10% do capital social.

Saudações

Alberto Helder
Chefe de Serviços"
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Política

Sangue!

Eu devia estar a ver o Roma, na 2, mas deu-me para a despesa pública: Teixeira dos Santos versus Carlos Abreu Amorim na RTP 1.

Somos todos romanos, não é verdade? Espero que o Miniscente não deixe de publicar o resumo da praxe 😉

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Poesia e Música

In the jungle

Ainda que prefira esta versão de Agosto de 1975, não resisto a iniciar (e quem sabe acabar) a experiência multimédia no Adufe com um excerto de uma das mais singelas e cativantes canções da música popular africana. Canta-se em inglês e cheguei até ela via Revisão da Matéria.

A primeira referência no Adufe a The Lion Sleeps Tonight surgiu no já longínquo mês de Janeiro de 2004, aqui.

Adenda: O Luís Bonifácio sugere que conheçamos uma outra faceta da história desta música que tem encantado ouvintes pelo mundo fora. A PBS (EUA) tem também uma reportagem interessante, aqui.

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As Crónicas e os Contos

Excertos para um auto-plágio futuro

Vivia cercado pela rotina.

De tempos em tempos, sem periodicidade certa, ia estrebuchando contra ela. Conseguia mesmo identificar nos arquivos primevos da sua memória momentos desses que poderiam ter sido tão aparentemente inócuos como passar a ir para a escola por um caminho diferente (algo que, pensando melhor, não tem nada de inócuo na idade de todas as inseguranças e curiosidades no mundo de um menino mimado) ou tão corriqueiros como mudar de penteado ou de modo de vestir. Sabia agora que o fizera, não para afirmar a personalidade ou para procurar identificar-se com alguma tribo mas, para cumprir uma outra eventual teoria que estudasse a batalha perene contra a rotina. Sem surpresa e com algum gozo, matutava neste instante que as teorias só se dão bem com fenómenos rotineiros.

Os anos passaram e hoje continuava a combater a rotina de forma não militante e não sistemática. Contentava-se com espasmos pouco exuberantes, apenas muito pontualmente cedia a pulsões românticas; devaneios pela estrada fora sem destino nenhum. Habitualmente preferia meter-se dentro de um livro, ou escrever no blogue, residência à qual alterava fundos, tipos de letra e nomes oficiais com bastante regularidade. Teria como arma fundamental na luta anti-rotina a cosmética, ou pelos menos, esta bastava-lhe na grande maioria dos acessos de angústia induzida pela rotina. Divertia-se. Rir contra rotina, atacando-a com ela própria!

A verdade é que era um ser pacífico, não suportaria viver sem rotina durante muito tempo. "Há poucos males absolutos e a rotina não é um deles", pensava quando imaginava os milhões de humanos anónimos supostamente ignorados pela História.

Contudo… Hoje pôs-se a matutar de novo na rotina, no seu excesso e, particularmente, na forma ironicamente rotineira, que escolhera para controlar aquela febre esporádica. Descobriu que se inspirara nos escapes das locomotivas que frequentara a caminho da Beira (Baixa) durante muitos anos, desde criança. Pelo meio de uma sucessão de pouca-terras ouvia-se de quando em quando um silvo gasoso, com marca singular, libertando-se de parte incerta.  Era este o seu programa anti-rotina: tinha como padroeiro um cavalo mecânico mas relinchante.

Aqui está ele agora, levantando um copo imaginário e brindando enquanto clama que relinchar é o seu remédio, isso e um ou outro coice acidental, “ e serei sempre assim, até ao ponto final”, promete numa tentativa de autoconvencimento.

Enquanto o néctar imaginário lhe escorre pela goela abaixo, remata: “Eis um simpático programa para que se possa dar o devido valor a um belo parágrafo”.

(em estéreo, em breve e com bonecos) 

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Blogologia Desporto

O hooligan de serviço

O vizinho Francisco tem um cantinho do hooligan, nós por cá temos um hooligan de serviço sempre à espera que eu vá dar uma curva (uma curva belíssima, por exemplo) para aqui despejar de forma algo extravagante aquilo que geralmente é passado pelo coador.

Vale-me o amigo Luís para tocar à campainha. Já açaimei de novo o Poltronas, mas como por cá o regime de prisão preventiva me parece um pouco mais razoável que noutras partes do mundo, ele promete voltar. Eu faço de gato ele de rato. Um rato hooligan, portanto. Ambos leoninos, sublinhe-se. Hic!

Para já fica o convite: Estádio de Alvalade, Sábado, 8 de Abril, às 20h45. Por hoje, já sabem, somos ambos do Gil Vicente desde pequeninos. E lá para quarta-feira prometemos não fazer tiro à águia, combinado Luís?

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Mimos

Dúvida existencial

No mundo das quotas, se uma deputada decidir mudar de sexo a meio de uma legislatura, perde o mandato?

Vergílio Poltronas