O FRANGO do Vitor Baia
Ele: Não sabia que o Ricardo agora era o guarda-redes do FC Porto.
Ela: Engraçadinho…
Ele: Não sabia que o Ricardo agora era o guarda-redes do FC Porto.
Ela: Engraçadinho…
"(…) O Banco de Portugal vai lançar amanhã um novo sistema de informação estatística sobre a economia portuguesa que permitirá a todos os interessados o acesso "online" gratuito à sua base de dados.
Esta base de dados reúne a informação habitualmente divulgada no« Boletim Estatístico do Banco que integra informação própria e informação do INE. Portugal terá assim, pela primeira vez, um portal de informação estatística creditada sobre economia. (…)"
In Jornal de Negócios
A acompanhar.
Um dos meus contos favoritos é o Frei Genebro do Eça de Queirós. Pode ler-se aqui.
Alguém quer partilhar as suas preferências?
Bem tentei não ter de voltar à campanha. Ficar mudo e quedo no meu canto depois de ter dito a seu tempo tudo o que tive gosto em dizer. Mas hoje fiquei envergonhado. Eu não devia ter de ficar envergonhado de Mário Soares, mas fiquei. E o problema não é a minha vergonha. Não meus amigos, não é. A vergonha é um bem escasso. Felizmente eu ainda tenho alguma vergonha… um mínimo de sentido do que deve ser… e respeito.
E o Cavaco? O Cavaco não é para aqui chamado. Não para isto. Isto é só comigo e com o meu candidato. Meu candidato?
Adenda - Outras reacções similares para memória futura (de futuros políticos):
Ao cuidado do INE:
"RESPOSTAS QUE VALEM DINHEIRO (1). Procuram-se dados estatísticos sobre o volume anual da publicidade online em Portugal. Dão-se alvíssaras a quem fornecer indicações sobre o seguinte conjunto de elementos: por cada ano desde o mais remoto possível (1995 seria óptimo!), os totais de pageviews, número de anúncios servidos, número de anúncios seguidos ("clicados") e volume de negócios. Estou interessado ao ponto de pagar. Quanto vale esta resposta?"
Julgo que já é seguro dizê-lo: temos um terceiro diário económico em Portugal, trata-se do suplemento de Economia do Diário de Notícias. Por 0,85€, de segunda a sexta, o DN tem uma oferta claramente competitiva e muito superior à que vinha oferecendo há alguns anos. Vejamos se os leitores correspondem. Pela parte que me toca, mais de cinco anos depois voltei a ser leitor assíduo do DN.
Porque não leio na net? Excesso de exposição a monitores de computador. Nunca vos aconteceu? Pois eu ando a tentar minimizar esse consumo ao estritamente necessário. Ainda há alguns motivos para sujar as mãos.
Uma bela pergunta implícita neste post do De Literatura.
Não deve haver povo mais cegueta e umbiguista e lá estou eu a cair no erro… no mesmo erro. Este povo a que pertenço enfrenta os seus problemas sem se aperceber que está a falar para todos, a ser um entre muitos. Será que não se apercebe ou não quer aperceber-se?
É mais verdade dizer-se que Portugal não existe do que o contrário, mas apenas e só porque antes e depois de uma pátria ou nação há uma herança maior e um código global, toda uma civilização na qual a cor da badeira, haja guerra ou haja paz, não passa de uma cor de bandeira.
Gosto do não sei quê que é tanta história que nos faz a pátria, que nos enche a boca e povoa o cérebro de uma língua diferente rica e limitada na qual nos pomos a pensar. Mas mesmo uma língua é uma língua. E o que interessa é tê-las, cada um a sua, todos com uma ou muitas.
Bate as asas português e olha em redor. Pouco diferente és dos outros. O outro não existe, apenas a cor da sua bandeira te ilude.
Eles também vêem o Big Brother, eles também têm filhos, também morrem de ataque cardíaco, também choram o destino, também exultam o seu desporto nacional, também se matam uns aos outros, também sabem o que é o amor e mesmo o Mar, esse mar tão nosso, é o mesmo Mar salgado que cobre numa fina camada quase toda a superfície deste planeta… azul.
Ordinary people living their ordinary lives, ou quase.
" (…) Com gestos bruscos, a mulher martelou o teclado do aparelho enquanto condimentou o ataque de nervos com mais umas palavras dignas dos melhores recreios de uma qualquer escola secundária da periferia de Lisboa. Como são disponíveis e generosas as caixas Multibanco quando comparadas com os seus colegas caixas de banco feitos de carne e osso. (…)"
O Conto de visita a Lisboa em Julho.
Alho, pimentão doce, louro, cebola, tomate, malagueta e tangerina.
São servidos?
De novo, sofrer até ao último minuto. Numa noite gélida, um abraço caloroso.
Devagarinho vai-se fazendo uma equipa, depurando-a, vendo-a crescer. É nesta fase que ela é mais vulnerável. O rito de passagem ainda vem longe mas a criança vai aprendendo como é difícil, vai sonhando como deve fazer para que seja mais fácil.
Belenenses 0 - Sporting 1 (o ano passado foi ao contrário).
Agora que a opção da energia nuclear é já um assunto pop (a avaliar pela quantidade de editoriais e artigos de opinião que vai produzindo) é com gosto que encontro na página 14 do novíssimo suplemento diário do DN uma notícia sobre uma empresa que já vai para lá da discussão.
Era bom que houvesse mais notícias como esta, sem prejuizo de irmos sedimentando posições sobre outras alternativas. Deixo-vos alguns excertos seleccionados recomendando a leitura do artigo.
"A Sunergy, empresa dedicada à produção e comercialização de biocombustíveis, vai abrir uma fábrica em Sintra, iniciando um plano de crescimento agressivo no sector das energias renováveis. O investimento inicial ronda o milhão de euros, mas nos próximos cinco anos devem ser injectados perto de 50 milhões de euros, disse ao DN Peter IJzerman, administrador da empresa. O projecto vai iniciar com o biodiesel, mas o objectivo é alargar as tecnologias à exploração da energia das ondas, álcool (metanol) e biomassa. (…)
A primeira unidade irá produzir 5000 toneladas de biodiesel em Maio, o máximo da sua capacidade produtiva, mas a Sunergy prevê " investir 20 milhões de euros no alargamento da produção", nomeadamente em Sintra onde a mesma pode subir às 50 mil toneladas.
A Sunergy justificou o conservadorismo desta etapa com o enquadramento jurídico e fiscal, em vias de ser alterado já em Janeiro. "Estamos à espera que o Governo aprove a isenção do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) para a produção de biodiesel. Depois disso, podemos expandir o nosso investimento", explicou Peter IJzerman. (…) "Estamos a estudar novas oportunidades e tecnologias além do biodiesel. Portugal é o segundo país da Europa com melhores condições para explorar a energia das ondas", frisou. Um relatório da Comissão Europeia revela mesmo que Portugal poderá satisfazer 60% das suas necessidades energéticas através do mar.
É nesse sentido que a Sunergy quer caminhar, prevendo terminar negociar em breve uma joint-venture com uma empresa. Se a parceria se concretizar, "prevemos investir 30 milhões de euros nos próximos 5 anos", disse o responsável. Um objectivo a que se deve aliar a construção de uma fábrica de metanol. (…)"
O Francisco tem tazão. A ler atentamente.