Adufe 4.0

As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira
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Archive for Janeiro, 2006

Sporting: a Rádio

Janeiro 28, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Desporto 2 Comments →

Vi o jogo pela TSF. Foi assim também que vi os 7 a 1 em Alvalade: na rádio.

Hoje "vi" o Fernando Correia gritar golo do Sporting, no estádio da Luz, por três vezes. Ele merecia-o. É um daqueles tipos que me dá orgulho de ser Leão.

Quantos jornalistas - da política até - não poderiam aprender com ele o que é conservar a independência e imparcialidade jornalística sem prescindir da militância activa no seu clube/partido. Não é difícil, é apenas uma questão de prioridades e de arrumação.

Calor. Muito calor! S-C-P

Janeiro 28, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Desporto 5 Comments →

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Época 2005/2005: SPORTING 5 : BENFICA 2

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Frio. Muito frio….

Janeiro 27, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Viagens Comments Off

Em Veneza…
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A dissolução partidária - revisão

Janeiro 27, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política Comments Off

Eis algumas referência adicionais na blogoesfera à temática aqui e aqui abordada.

No 4ª República, David Justino em "Os Partidos e a confiança dos Portugueses" e ainda JM Ferreira d’ Almeida em "Os partidos-sabonete"

No Revisão da Matéria, El Ranys em  "O Grande Pedagogo"

CCS

Janeiro 27, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política Comments Off

Sobre o rigores de um certo liberalismo.

Ao cuidado do INE - a burocracia

Janeiro 27, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: INE, Política 1 Comment →

Jornal de Negócios

" (…) Sexta medida – Vamos criar, para as empresas, um novo regime de Prestação Única de Contas.  
 
Actualmente, e ao longo do ano, as empresas estão obrigadas a praticar numerosos actos perante diferentes serviços do Estado, em que se repete muita informação, sempre em formulários diferentes: a declaração do modelo 22 para as Finanças; o depósito da prestação de contas e respectivos anexos nas Conservatórias de Registo Comercial e ainda os formulários de informação estatística para o INE e o Banco de Portugal, entre muitos outros.  
 
Vamos agora unificar, num único momento e num único acto, todas estas obrigações. O que o Governo pretende é que haja um único período no ano, por exemplo o mês de Maio, em que as empresas têm de praticar um único acto de prestação de informação e contas, acto esse que será desmaterializado e realizado por via electrónica.  
 
Esta, senhoras e senhores Deputados, é uma medida de extraordinário alcance: vamos com isto eliminar milhões de actos burocráticos isolados, a que estão obrigadas as 350 mil empresas. Poupa-se tempo, reduzem-se custos e simplifica-se o próprio controlo administrativo.
(…)"

Excerto do discurso do Primeiro-Ministro José Sócrates hoje no Parlamento, texto no Canal de Negócios

A dissolução partidária na imprensa

Janeiro 27, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Palavras dos Outros, Política Comments Off

Hoje, o tema abordado no post anterior faz editorial no Diário de Notícias pela pena de António José Teixeira. Um excerto:

" (…) O pior que se poderia fazer aos partidos é pensarmos que tudo se resolve falando por cima dos media e recauchutando as suas marcas. O discurso antipartidos ajuda a ganhar eleições, mas é perigosa a rendição dos eleitores a lideranças cujo projecto conhecemos mal, só porque se revelam eficazes no marketing político. A política tornou-se ela própria um mercado. Desideolojizou-se. Reduziu-se à gestão de crises. Mas não é inevitável que tenhamos de prescindir de a questionar e reinventar."

Evolução com alguma descontinuidade

Janeiro 27, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política 2 Comments →

Sem ser original - recordo por exemplo esta carta aberta a Jorge Coelho, entre outros textos mais generalistas e mais recentes que têm surgido a espaços na blogoesfera - este artigo de Pacheco Pereira é uma síntese cristalina, sem gorduras, talvez mais desapaixonada do que é habitual quando se aborda este tema, da lenta dissolução dos partidos, aquém e além fronteiras lusas. Tem ainda um outro mérito: o de ter chegado à imprensa.

O pretexto próximo foram as presidenciais mas, de facto, os sinais têm estado aí para quem os queira ler. Não sei que rumo levará esta lenta dissolução, mas pela minha parte prefiro uma atitude liberal perante aquilo que acho ser um problema grave. Para começar, acabe-se também com o monopólio dos partidos no acesso ao poder legislativo. Aliás, o exemplo das autarquias, (apesar dos Isaltinos e das Felgueiras, produtos simbólicos e resistentes da nossa política mas teoricamente impossíveis de criar e prosperar no actual sistema de responsabilização partidária), parece-me que se está a revelar positivo para a governação local no país, precisamente por oferecer uma alternativa de "combate" a velhos hábitos e redes de poder instalados e até de denúncia de práticas ilegais, permitindo, em alguns casos, mobilizar pessoas interessadas em fazer algo e até aqui afastadas de aceder ao poder.

Prefiro tentar encontrar um novo modelo de organização/participação política libertando-nos de algumas das actuais regras do jogo. Prosseguir pelo caminho actual parece-me ter como único destino possível a decadência dos partidos e da confiança no sistema representativo. Levantando o monopólio, quem sabe se não teremos mesmo algum tipo de modernização e maior democratização da participação cívica/política?

JPP promete continuar a abordar o tema, provavelmente, no artigo do Público da semana que vem. Ainda bem, haja mais como ele. Já agora, caro JPP, os meus cumprimentos ao seu colega Jorge Coelho…

Só uma última nota para os media: estarei errado quando julgo perceber que há entre uma boa parte da comunidade jornalística deste país uma aversão a tudo o que mexa com sistema vigente? Como perceber que se ignore esta lenta dissolução, ou, na melhor das hipóteses, não se ignorando, se continue a dar sempre as mesmas cartas, a analisar as mesmas jogadas e a olhar para os mesmo actores que desempenham sempre o mesmo papel com o mesmo discurso?

Será que é a sociedade que está acomodada ou será que a imagem que nos chega dela e de tudo o que não encaixa na novela política tradiconal, com os seus espectadores que se julgam cativos, é sistematicamente coberto por um véu de jocosidade jornalística?

Quero apenas dizer que o problema e a solução não passam apenas por alterações eventuais às leis eleitorais que venham a permitir teoricamente o acesso à representação democrática a outros que não os partidos tradicionais. Os media, como os temos hoje, são um potencial factor de bloqueio à evolução da democracia. Potencial, na eventualidade de a lei permitir novidades.

A prová-lo está, por exemplo, a quase total não notícia que foram os mais de 40 municípios onde houve listas independentes, antes, durante e depois da campanha eleitoral. Muito poucas páginas foram dedicadas a esse fenómeno emergente… Com as excepções que todos bem recordamos, encaradas num outro contexto: o dos suspeitos e actores do costume.

Nem de lunetas…

Janeiro 26, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Blogologia 6 Comments →

  1. Não estou a conseguir aceder a um único blog do blogspot e contudo eles parecem estar a ser actualizados (veja-se na lista do blo.gs lá do fundo à direita).
  2. Já agora, ontem por esta hora estive a ver o Clube dos Jornalistas. Entre outros gostei de ver o vizinho João Morgado, a Maria Flor Pedroso, o João Adelino Faria… Falou-se da noite eleitoral, do erro/não erro nos critérios editoriais relativamente à prioridade Sócrates/Alegre e Jerónimo/Cavaco-já-na-rua e falou-se também muito de blogues e imprensa.
  3. Para terminar, um elogio, às vezes a memória trai-nos e em tempos escrevi por aqui que não havia um entrevistador político de jeito no país (acho que não fui tão contundente mas quase). Ora se a Maria Flor Pedroso não é um entrevistador político de jeito, quem é? No mínimo, está uns quantos furos acima da média do que vamos vendo na TV… Ou será que a minha memória está de novo a levar-me à injustiça?

Inventem-se novos títulos!

Janeiro 26, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Blogologia Comments Off

Este blogue hoje está num daqueles dias em que se parece dedicar a re-baptizar posts alheios. Enfim, é uma pancada como qualquer outra. Promete ter sequência.

Sob uma cortina de fumo

Janeiro 26, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Economia, Palavras dos Outros Comments Off

A ler "Nova Refinaria em Sines" pelo Paulo Gorjão.

A propósito do incunábulo

Janeiro 26, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Mimos Comments Off

Vossas excelência são todos uns grandessíssimos inoques!
cf. Contos, Vergílio Ferreira.

Massive Attack - Vintage

Janeiro 26, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Poesia e Música Comments Off

Via Sound+Vision "Massive Attack lançam antologia em Março" - o post inclui o alinhamento previsto.

Nuvens negras no Médio Oriente e arredores

Janeiro 26, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Palavras dos Outros, Política Comments Off

A ler "Hamas" no Blasfémias pelo JCD.

24 (act.)

Janeiro 25, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Ciência e Tecnologia, Media, Política Comments Off

Pretty scary o cenário dantesco congeminado pelos argumentistas da série 24 que está neste momento em exibição na 2. O alvo do ataque terrorista são as 104 centrais nucleares em operação nos EUA. Tudo depende de uma espécie de comando remoto que deveria funcionar como interruptor de emergência para um central em crise mas que afinal pode ser utilizado the other way around.

Some critics here and especially here



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