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O idiota

Um dia, se não foi já ontem, ainda se há-de publicar um livro repleto de inícios de livros de ficção. Inícios originais, a menos de uma coincidência, naturalmente. Algo que se pudesse ler na biblioteca ou comprar num hipermercado.

Publicidade eventual:

Se quer escrever e não sabe por onde começar, este é o livro indicado para si. Fuja ao pânico da página em branco. Os primeiros parágrafos são por nossa conta. Por apenas 9,95 €.

Eu acho que era capaz de escrever um livro assim, mas depois ainda me chamavam contista e eu não sei se gostaria. Ou então ainda pensavam que tinha entrado para o mundo da escrita criativa (que nome tão cheio de piadas).

O mais engraçado é que tenho a certeza que ninguém iria pegar em começos alheios. Pelo menos assim à descarada, num livro feito à medida para ser plagiado. O que é diferente de achar que o livro não teria saída… Afinal somos mais um país de idiotas do que de entrepreneurs.

No meu caso sou um idiota preguiçoso. Quem me tira a poltrona, tira-me quase tudo.

Vergílio Poltronas (o verdadeiro)

P.S.: Ah! É verdade, o Rui foi de férias por uns dias e aquele meu quase homónimo (o Virgílio com i) que andou por aqui a escrever umas bacoradas sobre a Ota também foi dar uma voltinha de avião até Itália para ver o que é bom para a tosse. Eu fiquei a tomar conta do tasco. O adufe nunca mais será o mesmo. Mua-ha-ha-ha-ha!

Pronto… Já passou. 

4 replies on “O idiota”

Abstenção de dois vereadores socialistas permite à EPUL avançar com contratos de venda de lotes de terreno no Vale de Santo António PCP e CDS-PP denunciam “coligação”

Os partidos da Oposição na Câmara Municipal de Lisboa (CML) não poupam críticas aos dois vereadores do PS que, anteontem, viabilizaram a assinatura de contratos-promessa por parte da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) para a venda de lotes de terreno no Vale de Santo António, sem que exista um plano de urbanização para a zona.

A abstenção dos socialistas Dias Baptista e Natalina Moura na votação das propostas de suspensão da operação – subscritas pelo BE, CDS-PP, PCP e por um vereador do PS, Nuno Gaioso Ribeiro – deixou claro que existe uma “divisão” no seio da bancada socialista, visto que os restantes três vereadores aprovaram as propostas ao lado da restante Oposição.

Para o PCP, que ontem emitiu um comunicado, “Carmona Rodrigues pode, a partir de agora, dizer que ganhou as eleições por maioria absoluta. Não porque os eleitores de Lisboa lha tenham conferido, mas porque o PS lha entregou”, dizem, acusando os vereadores do PS de estarem a “mostrar a sua verdadeira face”.

Para o PCP, “fica agora bem claro porque razão não poderia haver coligação de Esquerda” nas autárquicas “os negócios ficariam em causa”, dizem, acusando “as mais altas esferas do PS” de estarem a “viabilizar uma situação que permite todas as ilegalidades”.

Maria José Nogueira Pinto, vereadora eleita pelo CDS-PP, também defende que o que se passou anteontem resulta de “uma estratégia concertada de coligação mais ou menos encapotada entre o PSD e o PS”. Uma situação que, no seu entender, resulta dos acordos que estão a ser feitos entre os dois partidos para “dar” a presidência da Junta Metropolitana de Lisboa a Carmona Rodrigues.

“É o que está pensado para a Câmara de Lisboa”, diz, considerando “irónico” que a CML vá ser governada pelo PSD com a “muleta” do PS. Para a vereadora, a “fractura” do PS revelou-se “na pior matéria e pelos piores motivos”. “Vimos que o Vale de Santo António é muito relevante para o PS”, diz. O BE convocou para hoje uma conferência de imprensa para se pronunciar sobre esta situação.

É grande o ambiente de crispação

Durante a primeira reunião pública do novo executivo da Câmara de Lisboa, anteontem, foi bem notório o ambiente de “crispação” que reina entre a vereação. As três primeiras horas da reunião – que começou às 15 horas e se prolongou até perto da meia-noite – foram gastas a discutir assuntos que não estavam na ordem de trabalhos, muitas vezes roçando a agressividade. O facto da Oposição estar em maioria – PS, PCP, BE e CDS/PP têm nove mandatos contra oito do PSD – parece agitar os ânimos. Pedro Feist, eleito pelo PSD, falou em “pacto demoníaco” e numa “correlação de forças” que poderá ser uma “força de bloqueio”. “Se assim, é esta câmara é ingovernável”, disse. A Oposição desmentiu e garante estar disponível para procurar acordos.

o que é esta coisa do clube x que te anda a spammar a loja?

eu cá acho que te estás a esquecer do cadavre exquis. Eu até ia propor ao Virgílio uma experiência a ver o que saía…

C.:
Clube X: nunca tinha ouvido falar.

Quanto ao cadaver é melhor falar com o virgilio, nunca se sabe no que ele é capaz de alinhar.

MS:
Quite right!!!! :-)) A escrita do “Quanto é que quer que dê, Sr. Director/Ministro?”

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