Adufe 4.0

As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira
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Archive for Setembro, 2005

Fechado para baloiço

Setembro 30, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Pessoal 7 Comments →

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Em busca do Norte

Setembro 30, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Pessoal 3 Comments →

Amigos, inimigos, leitores e eleitores, vou ali já venho.

Conto regressar a tempo de votar em Carmona Rodrigues para a Câmara e no PS para Junta e para a Assembleia Municipal de Lisboa. E conto ainda vir a tempo de descobrir que a Sad do Sporting aproveitou a melhor oportunidade para mudar de treinador (proporcionada pela paragem do campeonato da próxima semana).

Conto vir mais levezinho e animado para mais desta loucura ligeiramente neurótica que é viver neste Portugal e ser frequentador desta esfera.

Fiquem bem que eu fazer marmelada para as berças.

A ler

Setembro 30, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Economia, Política Comments Off

A ler: "… ou a vã glória de mandar" por Sérgio Figueiredo no JNegócios.

"Liberalização, concorrência e privatização.

Liberalização por abrir os mercados aos operadores. Concorrência por acabar com coutadas nos negócios. E privatização porque o Estado vai deixar as empresas em paz. São os três eixos virtuosos do Plano Pinho para o sector energético nacional, ontem aprovado em Conselho de Ministros. É linear, é simples, é bom.

É tão linear e tão simples que exaspera só de pensar nos dias, semanas, meses que se perderam.(…)

O plano é bom, porque não é um plano, no sentido socialista da palavra. O plano Pinho é, afinal, um anti-plano. Tal como o dr. Pinho é um anti-ministro. O plano deve sobreviver ao criador."

 

“Atão?!” Que é lá isto?

Setembro 30, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Economia Comments Off

Despedimento com justa causa em empresas públicas? Uma raridade!

Olha se a moda pega! Imaginem que se ia por aí adiante avaliar a qualidade, competência e respeito pela lei por parte de mais gestores? Qualquer dia ainda chegavam, sei lá, aos institutos públicos, não?

Generalizando deste caso particular e sem querer desculpar todas as situações possíveis, parece-me evidente que se quiserem ser mesmo rigorosos, poucos gestores permaneceriam nos cargos. É extremamente difícil cumprir rigorosamente as leis que enquadram a actividade dessas organizações. O desajustamento entre as missões institucionais e o enquadramento legal é o pão nosso de cada dia. Em muitos casos as ilegalidades justificam-se pelos verdadeiros nós cegos legislativos que levam a algum predomínio do desenrascanço face a condicionalismos político-burocráticos… Em quase todos os casos essas ilegalidades têm durante anos, por vezes décadas, cobertura das sucessivas tutelas que preferem esta vidinha a reformarem seja o que for.

A alternativa para muitos gestores (além de recusarem os convites que por vezes lhes chegam para gerirem a coisa pública), seria baterem com a porta, denunciando a falta de condições, mas isso é um fenómeno ainda mais raro do que este do despedimento com justa causa.

Não vos parece?

O caminho das pedras

Setembro 30, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política 1 Comment →

Na sequência disto, que tal isto: A disputa pelo poder político deve ser analisada e realizada a um nível bem mais básico e menos imediatista do que o proposto pelo sistema partidário.

Um partido quando muda de lider não o vai contratar lá fora, isso nunca aconteceu até hoje, nem com Cavaco Silva, militante e quadro do partido com experiência aquando da rodagem que foi fazer à Figueira da Foz em meados do anos 80.

Parece-me que o paradigma, por diversas razões além das que aqui refiro, deve responsabilizar as pessoas, na melhor das hipóteses os grupos/facções dentro dos partidos que se atrevam a ir além da congregação de emergência para atacar o poder interno no momento seguinte à queda de mais um líder.

Num país onde dois partidos abarcam tamanha fatia do eleitorado e onde parece haver pouca receptividade que permita um crescimento significativo das restante oferta partidária (existente ou latente), é fundamental que se gerem variantes internas claras, que permitam ao eleitor ser capaz de avaliar o percuso desse grupos e identificar-se ou não com algum deles.

O que está em causa não é gerar-se uma ideologia unificada da "esquerda" ou da "direita", mas antes a criação de bolsas de lucidez e clarificação, pontos de referência que neste momento se encontram demasiado difusos senão totalmente exterminados pelo rolo compressor de uma concepção ultrarestritiva da liberdade de pensamento, expressão e representação democrática no seio dos próprios partidos (a disciplina partidária tem uma abrangência excessiva) e pelo efeito também ele opressor da absoluta prevalência da táctica política sobre qualquer concepção estratégica.

A instituição "partido político", que chegou a justificar-se como garante da existência de uma entidade sobre quem deveria recair a responsabilidade do exercícío do poder, serve cada vez mais para diluir essa mesma responsabilidade, perpetuando aos mesmos actores de sempre com a repetição ciclica dos mesmos "pecados". Parece-me que este é um dos maiores dilemas da democracia representativa portuguesa, particularmente preocupante neste cenário contemporâneo de Felgueirices várias. Um problema que está naturalmente relacionado com a incapacidade dos partidos em cativarem quadros e genuíno "amor à camisola".

Além do rumo certo (acesso à informação + capacidade de análise crítica + capacidade gerar soluções) será sempre necessária uma imensa paciência e determinação. Não é com sofreguidão nem com um permanente espírito de guerrilha que conseguiremos governar este país.

Para terminar…

Setembro 30, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Desporto 4 Comments →

Para terminar esta série de posts sobre futebol: provou-se que afinal o Sporting foi solidário.

Somos um clube de malta com o coração de manteiga. Choremos então todos juntos, Benfiquistas, Portistas, Setubalenses, Bracarenses. Um, dois, três…

Horror em Alvalade (última parte)

Setembro 29, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Desporto 4 Comments →

"Horror" em Alvalade? É só um jogo de bola minha gente!

O Paços de Ferreira já não irá a tempo, mas a Académica merece ir a Alvalade com outro treinador no banco do Sporting. E já agora, eu também.

E viva o Vitória de Guimarães! 

Horror em Alvalade (2ª parte)

Setembro 29, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Desporto 5 Comments →

Pois que Tonel não entrou.

Recuperou-se o meio campo com a saída de Loureiro para a entrada de Custódio e…

No final, nos últimos 10s, Ricardo deu mais um dos seus habituais frangos e temos prolongamento.

Quem é capaz de apostar em quem vencerá? 

P.S.: Está aqui um tipo a dizer que o guarda-redes não é o Ricardo… Há com cada um!

Horror em Alvalade…

Setembro 29, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Desporto 1 Comment →

Beto
Luís Loureiro

Wender 

No final da primeira parte a exibição do sporting corresponde à tendência dos últimos jogos: afundando, afudando… com algumas agravantes, nomeadamente, a entrada de Beto para a saída de um dos jogadores em melhor forma, no momento, o também central Tonel. 

Luís Loureiro consegue ser mais lento que o Pedro Barbosa em dia de folga.

Oremos…  

Abaixo a solidariedade nacional!

Setembro 29, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Desporto 4 Comments →

Abaixo a solidariedade nacional! 

Pelo menos logo à noite… em Alvalade… Please!

Ou melhor, para sermos solidários, não temos de repetir o infortúnio.
Para desgraças já bastam as do Benfica e do Porto. Pode ser? 

Pelo sim pelo não, só eu sei porque fico em casa - ó tu de pouca fé. 

P.S.: Pois é C., acho que já podes levar a garrafita de Porto para a Eslováquia que eles não vão levar a mal.

Adenda (20h46m): O resto das equipas portuguesas está a levar isto da solidariedade ao extremo; Setúbal e Braga estão a perder. 

Um (es)p’e'ão em Nova York

Setembro 29, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Blogologia Comments Off

Para pôr um epílogo no prólogo do vizinho do lado que mergulha no cinema, a referência sobre o making of e sobre os próximos amores.

My name is Figo, Luís Figo

Setembro 28, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Desporto Comments Off

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Capa da revista de Setembro do Inter.

Ainda sobre a tese de J. Coelho

Setembro 28, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política Comments Off

Sobre o assunto do post anterior Joana Amaral Dias e José de Matos Correia também se pronunciaram no blogue e no Dn, respectivamente.

Carta aberta a Jorge Coelho

Setembro 28, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política 3 Comments →

Jorge Coelho - Imagem TSF Rádio NotÃciasCaro Jorge Coelho,

Tenho-lhe feito críticas pouco fundamentadas por aqui (julgando que os factos públicos falam por si), mas desta vez, obrigo-me a ser mais explícito, mais que não seja por uma questão de respeito. 

A lei eleitoral para as autarquias que, desde há poucos anos (suponho que há um mandato), permite a constituição de listas de candidatos apoiadas por grupos de cidadãos formados no seio da cada concelho não serve o país. É esta a sua mais recente tese defendida ontem na RTP que praticamente não teve refutação da parte de qualquer membro presente no debate em que participava, todos eles militantes partidários representando os partidos com assento no parlamento. Sublinho, a título de exemplo, para enquadrar quem não tenha visto o debate, que Dias Loureiro, disse timidamente que tínhamos de trocar umas ideias sobre o assunto, tendo sido dos mais ousados.

Como justifica Jorge Coelho este veredicto? Dizendo que a actual lei só serve para patrocinar movimentos de vingança face aos partidos e para potenciar candidaturas nefastas para a democracia como as independentes mais mediáticas de que temos ouvido falar  -as palavras não são minhas ainda que não garanta todas as vírgulas de uma citação.

Pois parece-me que está eleito um conveniente bode expiatório. De uma assentada catalogam-se todas as experiências de listas e independentes e vemo-nos livres de uma das raras e incómodas reformas eleitorais que se implementou recentemente e que, objectivamente, cria a possibilidade de combater o monopólio partidário à escala das autarquias. Parece que Fátima Felgueiras continua a dar frutos e a ajudar os interesses do PS desta formas retorcida mas nada ingénua de encarar a realidade.

Pergunto-lhe, caro Jorge Coelho:

Se assim pensa, como explica ter dado o aval no recente processo de constituição de listas do PS no Concelho de Penamacor a que o actual presidente de câmara se assuma agora como cabeça de lista do seu partido? Recordo que Penamacor foi um dos dois concelhos a nível nacional onde, nas últimas autárquicas, a câmara foi ganha por uma lista de independentes.

Parece não ser bem a mesma coisa dirá o leitor, mas falta um facto. Domingos Torrão, o actual presidente de câmara, (sobre o mandato do qual não vem ao caso pronunciar-me), não conseguiu, em 2001 (quando ainda era militante do PS), o apoio das estruturas distritais do partido para ser o candidato à câmara decidindo-se (seguindo as suas palavras) pela "vingança", formando uma lista e ganhando as eleições.

Hoje o PS, perante a perspectiva de recuperar mais uma rosa a contar para o ramo a apurar em 9 de Outubro, abriu-lhe os braços recebendo o filho pródigo e perdendo de caminho para o PSD aquele que foi durante o actual mandato vereador do PS enquanto oposição (detalhes aqui e aqui).

É caso para perguntar se é de esperar ver o PS fazer o mesmo a Fátima Felgueiras daqui a 4 anos caso se prove a sua inocência nos tribunais. Qual seria a diferença?

É demasiado "estranha" tamanha sofreguidão em querer arrastar para o descrédito político (e da justiça) associado a alguns episódios recentes envolvendo as autarquias, uma lei tão recente num país tão novo em termos de tradição democrática. Acredito que a lei pode muito pouco contra tamanha oposição se não houver muitos pequenos a darem-lhe a mão e a sublinharem o que me parece essencial, a saber:

Deixe a lei em paz, caro Jorge Coelho que no final quem vota é o povo português. Será ele a caucionar a sementeira e será ele a haver-se com a colheita.

Sugiro-lhe que se preocupe antes em perceber como é que os partidos caucionaram, nomeadamente o PS, durante tantos anos, políticos tão "vingativos", tão pouco respeitadores da legalidade (refiro-me, para já apenas ao desrespeito pelos tribunais) e tão propensos a legítimas dúvidas quanto ao respeito pela lei por parte dos nossos tribunais.

Com os melhores cumprimentos,

WYSIWIG

Setembro 28, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Blogologia Comments Off

Nova funcionalidade! Porreira para editores de blogue preguiçosos que, no entanto, têm um mínimo de brio…

  • Uma "oferta" do novo pacote do weblog.com.pt em Movable Type 3.2.
  • Tudo isto pouco depois do Adufe ter completado dois anos nesta plataforma.



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