Adufe 5.0

As armas do meu adufe não têm signo nem fronteira
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As armas do meu Adufe,
não têm signo nem fronteira.

Bem-vindo ao Adufe 5.0


Archive for August, 2005


Presidenciais: As minhas expectativas revisitadas

(Adufe, julho 27, 2005)
O que querem Cavaco e Soares

“Passado o primeiro choque sobre as surpresas prováveis das presidenciais e feita a devida crítica sobre as fortíssimas limitações dos actuais partidos de poder, demonstradas pelas escolhas em presença (crítica que não se encerra aqui), convém ir pensando no resto do cenário, no filme inteiro. Para isso recomendo hoje o editorial de Martim Avillez Figueiredo no Diário Económico (texto disponível aqui).

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Varridela precisa-se

O PC (Pedro Caeiro) de regresso à faina, queixa-se e com razão: o Adufe está tão cheio de quinquilharia que quem use um computas mais lerdo (ou ande pela nacional em vez de pela banda larga) sofre um bocadinho.
Não se assustem se nas próximas semanas o blogue se for desintegrando para dar origem a algo completamente diferente…

2004


Contas Nacionais Anuais Preliminares, Base 2000 – Dados para o ano 2004


in INE
Curiosidade estatística: o PIB português a preços de mercado (preços correntes) foi, em 2004, de 141 115 milhões de Euros. Portanto 3%… é só fazer as contas.

Adenda I: se não me falham os câmbios, o nosso PIB é um pouco inferior ao que a General Motors vendeu no mesmo ano.
Adenda II: Quantos “portugais” tem um banco como o BSCH “no bolso”?

Definição de tragédia

Mais de 600 mortos em dia de peregrinação.

Cerca de 637 pessoas morreram e outras 238 ficaram feridas depois de uma ponte ter ruído a norte de Bagdad, num movimento de pânico provocado pelo rumor de um ataque bombista. O balanço das vítimas foi avançado por uma fonte de segurança iraquiana.

in TSF

I'm not in right now

Vendo o último episódio

Da imprensa (act.)

Mãos Sujas

“Será possível exercer política permanecendo inocente, isto é, sem nunca praticar actos moralmente errados?” (com ligação)


De João Cardoso Rosas na página dois do Diário Económico.

He's looking at you! (act.)

O Sitemeter está todo porreiraço, além de mais bonecos até nos diz que tenho visitantes de Sacavem, Picotos, Alhos Vedros, Contagem (Minas Gerais, Brasil), São João da Talha, Maputo (mãe africa) e por aí fora. Um abraço especial ao leitor do balcão do BCP no Bairro de Alvalade e ao da novel Refer Telecom!!!
(Este post tem qualquer coisa de João Baião…)

P.S.: NUM CEMITÉRIO ALENTEJANO AO CAIR DA TARDE

P.P.S.:os blogues que se revoltam.

Transparência? Ingenuidade política? Descaramento? Tudo menos hipocrisia?

Recomendo o post (e os comentários – está por lá um meu, Rui MCB) do Miguel Silva designado Meta Micro Causas que resulta da indignação perante declarações de Carmona Rodrigues à revista Sábado.

Demónios com asas

Novo canal de comunicação: o telefone.
O alvo era a mata de pinheiros que não arde quase miracolosamente há largas dezenas de anos mas o vento forte trocou as voltas ao incendiário com asas e o engenho falhou o alvo que caiu num sucalco agrícola. O dia era santo, a terra não estava despovoada e o povo existente chegou a tempo. Foi assim hoje, no concelho de Castro Daire.

Conchanata (actualizado em 28 de Outubro de 2008)

O que é uma conchanata? É mais um belo pretexto para deixar um blogue ao abandono numa noite de calor. A somar a mais uma rara ida à praia, por exemplo – e que belíssimo dia esteve hoje para filmar Lisboa e arredores, de Sintra ao Espichel. Uma visibilidade raríssima de desfrutar ao longo do ano que se tem repetido durante a última semana, a bem da verdade.

Voltemos ao início: Conchanata é nome de uma gelataria na Avenida da Igreja com muito justificados pregaminhos por aqueles bandas e não só. Conchanata é também o nome de uma das especialidades da casa. Prometem estar abertos até às 24h pelo menos até Outubro. Levem apenas três euros no bolso por cada cabeça de gulosos (para evitar desgraças) e atrevam-se a provar. Aquela calda gelada de morango*, hum-hum. Há traições da memória que são indesculpáveis, este Verão ia passando ao lado do melhor dos gelados.
Mas será mesmo o melhor? Passem pela Veneziana nos Restauradores ou mesmo no Santini em Cascais (onde confesso nunca fui mas acredito na boa palavra de bons amigos) e depois decidam quem ganha neste mini-concurso de gelados tipo italiano. Prometo que é escolha será muito difícil, no mínimo!

* Antes podia ler-se aqui “xarope de morango” mas a intervenção inevitavelmente melhor informada do produtor (que se me dirigiu por e-mail) permitiu apurar esta “minha” receita sobre os deliciosos gelados daquela que é formalmente a “Gelados Itália“, estabelecimento que celebra este ano, nada mais, nada menos, que 60 anos.