Adufe 5.0

As armas do meu adufe não têm signo nem fronteira
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As armas do meu Adufe,
não têm signo nem fronteira.

Bem-vindo ao Adufe 5.0


Archive for April, 2005


Mudança de Hábitos

Este blogue corre o risco de se manter contra-cíclico durante os próximos tempos. Por outras: postar menos e essencialmente fora de horas e de dias de maior tráfego na blogoesfera portuguesa. A última semana foi disso um exemplo. Posts em catadupa ao Sábado, raríssimas entradas nocturnas e menos posts, muito menos posts.
O fim da tese não foi o fim do blogue, mas este não ter que estar sempre em frente ao teclado ajuda à distância. Recupero uma certa liberdade que inadvertidamente perdera. Coisa curiosa esta…
Bom, nada disto é lei mas fica o ponto.
No meio disto tudo há carradas de blogues que não visito há um ror de tempo. Vou espreitar a ver o que é que perdi.

Sem saudades da Idade Média e das Cruzadas

Só para que conste continuo a afastar-em cada vez mais da igreja católica e de alguns católicos. A defesa que vou ouvindo do que se está a passar em Dili (Timor Leste) vai ajudando. Por outro lado, não esqueço a autêntica lavagem cerebral a que (outrora?) sábios católicos se parecem ter entregue. Por momentos parecem acreditar que o espirito santo determinou 2000 anos de nomeações papais. Se assim for, dizer que Deus escreve direito por linhas tortas é claramente um dos maiores “understatements” da história (refiro-me ao grau de sinuosidade das linhas).
E mais não digo que os tempos recomendam a reflexão dos ateus/hereges/agnósticos. Ao menos alguém que consiga fazer esse trabalho de casa. Muito em breve teremos um tempo para a palavra.

Leitor de MP3 e quejandos

Quando me dá uma febre consumista, mais concretamente quando me “apetece algo” da área das novas tecnologias não há nada como espreitar as últimas notícias para conseguir controlar esse impulso e esperar mais um pouco pela next big thing. Assim se explica a deflação, se a novidade for o preço.
Neste caso não é: “Zen Micro ganha versão de 20 GB” (in Ciberia). Lá para Maio?

Liberdade

Sobre o que é a liberdade, apetece-me dizer que sou viciado em castanhas.
Liberdade

CDS-JRC

Acompanhei a agitação centrista em congresso ao de leve. Ouvi um discurso de José Ribeiro e Castro (JRC) e outros de Telmo Correia. Junto-lhe a isto algum conhecimento da carreira política de ambos e ao que chego? Apetece-me repetir o que aqui escrevi há dois dias sobre as autárquicas quando da proposta de Carmona Rodrigues: o cenário eleitoral para os lisboetas portugueses é agora bem melhor de que era ontem.
Estando bem longe do CDS, acho que há uma qualquer coisa que se ganha na qualidade da política com JRC na liderança face à antítese do político de que precisamos representada por Telmo Correia (há muitos Telmos Correias em vários partidos, note-se!).
Não quero com isto dizer que José Ribeiro e Castro seja o melhor paradigma, tal como Carmona Rodrigues também não o é, contudo, face às alternativas, respira-se um ar um pouco mais puro na política portuguesa.
A oposição sai valorizada e ao PS exige-se que se mantenha em bom nível.
Os próximos dias permitirão perceber melhor o que será este novo CDS no xadrez político.

Ontem em Alvalade

Quando fui ontem para Alvalade levei comigo um secreto pessimismo, uma certeza fatalista de que não haveriamos de conseguir ganhar pela quinta vez sucessiva. Seria anti-natural, nesta época.
O pessimismo concretizou-se. Mas faltam agora apenas quatro jogos para o final. Quatro vitórias, quanto basta.

Já ganhei um chupa!

Juntamente com o seu estilo inconfundível lá recebi um presente do Colaço, mestre de relações com as gentes da imprensa.
Públicos agradecimentos!

Retinto biltre – Longe de Manaus

Já que sobre o que se passou no Henessy’s nada consegui saber, ao menos um relato digno sobre como foi no Porto; no Blasfémias.

Um sinal preocupante

A ligeireza pública com que sai esta outra medida cá para fora: “Decreto-Lei que regula o cultivo de variedades geneticamente modificadas, visando assegurar a sua coexistência com culturas convencionais e com o modo de produção biológico(…)”.
Sendo esta uma das primeiras medidas ambientais do governo dá para ficar preocupado. Tenho demasiadas dúvidas quanto aos geneticamente modificados para não ficar com uma significativa crise de “choque tecnológico”. Duzentos metros de separação entre culturas (ou uma vedação, em alternativa) para garantir a diversidade genética!

Indicação encontrada no ContraFactos&Argumentos.

Os bons sinais: o melhor Estado

Ontem os farmacêuticos, hoje os médicos… O governo socialista vai tentando mudar em áreas sensíveis, como convém.
O frenesim quase histérico de ambas as classes são música para os ouvidos de um simples contribuinte que teima em querer viver em comunidade.
Cabe-nos o olhar crítico, levantar defesas para a contra-informação corporativa e, quase disfarçadamente, (mais o Governo do que nós) tentar discernir no meio da cacofonia se de alguma zanga das comadres pinga alguma sugestão interessante.

E já agora um desejo: que médicos e farmacêuticos se conservem em picardias, a bem da boa governação. Dividir para governar.