Adufe 5.0

As armas do meu adufe não têm signo nem fronteira
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As armas do meu Adufe,
não têm signo nem fronteira.

Bem-vindo ao Adufe 5.0


Archive for February, 2005


Tendência da moda…

O Público ficou mais branco (à lá El Pais), a Caixa on-line ficou mais branca (à lá BPI NET), os blogues mais visitados do país são essencialmente brancos (I, II, III, IV, V, VI, VII and so on), até o weblog migrou para o “branco” há alguns meses…

No top 25 do blogómetro safa-se a Bomba Inteligente e pouco mais.
Rui Branco ao seu dispor!

Marco na estrada

A primeira vez que escrevi um texto que assumiu a letra de forma oferecida para uma “rotativa” foi sobre esta organização que está desde ontem de luto.

Já agora, que tal um saltinho ao blogue da secção de Sintra da Amnistia Internacional?

Ventania

Alguém, por favor, é capaz de ir fechar a porta?

E a imagem mais popular no Adufe é…

Caro João-Sem-Imagens-Imaginado, por aqui, à falta da Natália, aparecem muitos caidinhos pelo Sahara Ocidental, mas também pelo bom do marmeleiro (um must do mês de Fevereiro segundo o sitemeter).

Post sobre o Sahara Ocidental aqui.

Nota: Graças a uma estranha constipação que afecta (maliciosamente?) o Weblog.com.pt, este e muitos outros blogues parecem estar a atravessar uma fase now you see it, now you don’t. Por aqui nunca há enfado, sempre surpresas! 🙂

Obrigações fiscais

Antes dos finalmentes no teatrinho da defesa do amestranço… O IRS. Hoje está um bom Domingo para lhe tratar da saúde.
Fazer a simulação do dever e haver no software das finanças é sempre experimentar uma micro sensação de ganhar o totoloto. Não há nada como gerir as expectativas para enganar os neurónios da razão.

Preferia receber os tostanitos ao longo dos meses, à medida que o rendimento vai pingando e financiar o Estado (se me aprouvesse) com títulos da dívida pública, por exemplo, mas enfim, haja quem tenha coragem para inverter a realidade cada vez mais virtual da retenção na fonte.
E que tal poder escolher? Ter uma caixinha qualquer onde poder pôr, ou não, um visto: “Sim, quero ter a falsa sensação de receber uma pipa de massa caída do céu a meio do ano que me impõe uma poupança forçada” ou “Não, eu acho que sou muito bom a gerir activos financeiros e beneficio muito mais com a recepção do rendimento mensualizado do que por atacado, uma vez no ano, com um desfasamento de meses“.
Outras justificações haveria bem menos prosaicas para defender a redução da dimensão dos acertos anuais de IRS retido mas que se lixe, afinal, hoje é Domingo!

A histórias que escorrem para o blogue…

” (…) E no entanto, quando escrevo é para tentar habitar a minha própria solidão mesmo que cada vez mais interrogue o direito a convocar histórias e quotidianos alheios que nenhuma procuração passaram para tal.”
in Ânimo

(O Adufe emitindo do Barreiro)

Porque nem todos buscam Natália

” (…) Retomo hostilidades.”

Ainda a tempo de passar pela banca de jornais (act.)

Sugestões de Leitura:
1. A entrevista de Luís Fernando Veríssimo à Capital.
2. O artigo sobre as teorias de economia comportamental de Lord Layard na revista Ganhar do Jornal de Negócios. Uma abordagem curiosa e incómoda sobre o mercado de trabalho, medição do bem estar social/felicidade e os objectivos políticos em democracia. Incómoda para políticos e economistas mais ortodoxos.

Nova Série da Galáctica

Via The Galarzas fico a saber que a Galáctica do Século XXI anda por aí… É possível assistir a um episódio piloto on-line. At your command.
Uma espreitadela ao novo design das naves disponível aqui.

Em busca de Lélés

Um dos nomes de antepassados que retenho é este: Lélé. Único apelido da minha saudosa avó paterna, de seu pai João Lélé e dos seus antepassados.
Com a segurança de um rumor disseram-me que esse ramo da família migrou em tempos de Penamacôr para a Benquerença e, de facto, hoje é ainda possível encontrar Lélés em ambas as povoações.
Procurei Lélés na internet, em páginas portuguesas e encontro uma outra surpresa, além da confirmação do rumor do passado.
Uma referência a um outro senhor João Lélé, Baleeiro do canal, entre o Fail e São Jorge, nos Açores.
Sugiro-vos este trabalho multimédia “Baleeiros em Terra um trabalho de Sidónio Bettencourt” (ou em alternativa aqui (Biblioteca Nacional Digital)) uma peça documental que honra a memória na internet em Português.
Da raia de Espanha ao meio do Atlântico. Talvez outra origem, de certo outras vidas, mas que haveria de ser de nós se não insistíssemos em oferecer um olhar curioso, em busca de algo familiar?

Nota: also available in english here (Grounded Whalers) . Disponible en français ici (Des Baleiniers à l’Ancre).