Monthly Archives: February 2005

E a imagem mais popular no Adufe é…

Caro João-Sem-Imagens-Imaginado, por aqui, à falta da Natália, aparecem muitos caidinhos pelo Sahara Ocidental, mas também pelo bom do marmeleiro (um must do mês de Fevereiro segundo o sitemeter).

Post sobre o Sahara Ocidental aqui.

Nota: Graças a uma estranha constipação que afecta (maliciosamente?) o Weblog.com.pt, este e muitos outros blogues parecem estar a atravessar uma fase now you see it, now you don’t. Por aqui nunca há enfado, sempre surpresas! 🙂

Obrigações fiscais

Antes dos finalmentes no teatrinho da defesa do amestranço… O IRS. Hoje está um bom Domingo para lhe tratar da saúde.
Fazer a simulação do dever e haver no software das finanças é sempre experimentar uma micro sensação de ganhar o totoloto. Não há nada como gerir as expectativas para enganar os neurónios da razão.

Preferia receber os tostanitos ao longo dos meses, à medida que o rendimento vai pingando e financiar o Estado (se me aprouvesse) com títulos da dívida pública, por exemplo, mas enfim, haja quem tenha coragem para inverter a realidade cada vez mais virtual da retenção na fonte.
E que tal poder escolher? Ter uma caixinha qualquer onde poder pôr, ou não, um visto: “Sim, quero ter a falsa sensação de receber uma pipa de massa caída do céu a meio do ano que me impõe uma poupança forçada” ou “Não, eu acho que sou muito bom a gerir activos financeiros e beneficio muito mais com a recepção do rendimento mensualizado do que por atacado, uma vez no ano, com um desfasamento de meses“.
Outras justificações haveria bem menos prosaicas para defender a redução da dimensão dos acertos anuais de IRS retido mas que se lixe, afinal, hoje é Domingo!

Ainda a tempo de passar pela banca de jornais (act.)

Sugestões de Leitura:
1. A entrevista de Luís Fernando Veríssimo à Capital.
2. O artigo sobre as teorias de economia comportamental de Lord Layard na revista Ganhar do Jornal de Negócios. Uma abordagem curiosa e incómoda sobre o mercado de trabalho, medição do bem estar social/felicidade e os objectivos políticos em democracia. Incómoda para políticos e economistas mais ortodoxos.

Em busca de Lélés

Um dos nomes de antepassados que retenho é este: Lélé. Único apelido da minha saudosa avó paterna, de seu pai João Lélé e dos seus antepassados.
Com a segurança de um rumor disseram-me que esse ramo da família migrou em tempos de Penamacôr para a Benquerença e, de facto, hoje é ainda possível encontrar Lélés em ambas as povoações.
Procurei Lélés na internet, em páginas portuguesas e encontro uma outra surpresa, além da confirmação do rumor do passado.
Uma referência a um outro senhor João Lélé, Baleeiro do canal, entre o Fail e São Jorge, nos Açores.
Sugiro-vos este trabalho multimédia “Baleeiros em Terra um trabalho de Sidónio Bettencourt” (ou em alternativa aqui (Biblioteca Nacional Digital)) uma peça documental que honra a memória na internet em Português.
Da raia de Espanha ao meio do Atlântico. Talvez outra origem, de certo outras vidas, mas que haveria de ser de nós se não insistíssemos em oferecer um olhar curioso, em busca de algo familiar?

Nota: also available in english here (Grounded Whalers) . Disponible en français ici (Des Baleiniers à l’Ancre).