Uma petição…

Presidência da República O Paulo Querido sugere uma petição, eu por mim alinhava mais no blogue que reunisse as opiniões sobre esta crise como também sugere o Paulo…

Não haveria por aí quem fizesse chegar o link ao presidente?

Era um pretexto para espreitar a blogoesfera se é que não a conhece já.

13 thoughts on “Uma petição…

  1. duende

    Concordo. Até porque já ia direitinha ‘assinar’ a petição quando leio que o Paulo disse que não votava. Uma pena. Não fosse isso e teria rabiscado qualquer coisa por lá. Com as devidas desculpas ao Paulo se ele me ler, não vejo grande legitimidade em apelar a eleições da parte de alguém que afirmar não exercer o direito de voto.

  2. Inês

    Desculpe, Duende, o facto de o Paulo não votar é um direito que tem. Mas ele quer que todos tenham o direito de votar. Estilo, faz como ele diz… E ele tem razão, certo?

  3. Ardelua

    Uma petição, um link, tudo o que se fizer. subscrevo tudo. Morro de vergonha se o Santana chega a primeiro ministro…

  4. duende

    A Inês também me irá desculpar, mas não posso concordar. Já nem falando de que considero que o acto de votar é um dever mais ainda do que um direito, porque conquistado à custa do sangue, suor e sofrimento de muitos (convém não esquecer que até há uns tempos atrás as mulheres não piavam e os homens piavam fino), perguntarei só: Que pensaria de um lider político que apelasse ao voto e no mesmo discurso declarasse que não iria votar?

    Desculpe mais uma vez, mas eu só mando os outros para o poço se tiver a certeza que vou com eles. Em questões como estas ou se está inteiro ou não se está.

  5. congeminações

    Votar ou não é uma opção que cabe a cada um de nós, pelo que não me causa nenhuma estranheza o facto de Paulo Querido querer eleições antecipadas e não votar por razões dessa opção. Cabe-nos a nós os votantes decidir de acordo com a nossa consciência essa escolha.

  6. Mário

    Pelo menos o Abrupto ele deve conhecer, quanto mais não seja depois da exposição que teve ontem na televisão 😉

  7. Paulo

    Caro duende: não votar é um direito que me assiste num país livre e democrático. O não exercício do direito de voto não retira nenhum dos direitos e deveres de cidadania. Uns exerço melhor que outros, alguns não exerço. Com as devidas desculpas, não lhe reconheço legitimidade alguma para me julgar, excepto, claro está, na sua consciência. E muito menos legitimidade reconheço a uma pessoa que ao abrigo de uma “lei” exclusivamente sua (Para si votar é um dever), passa atestados de incapacidade. Em questões como esta ou se está ou não se está. É um exercício de cidadania. Não é uma eleição. Nem eu tenho tiques políticos, como é por demais evidente.

  8. duende

    Paulo, até estive a reler o que escrevi e reconheço que me excedi. Principalmente com o termo infeliz ‘legitimidade’. Enfim, suponho que terá sido mais aquilo a que usualmente se chama ‘ataque de nervos’. Está no seu direito, com certeza. No entanto, confesso-me desiludida. E também estou no meu. Só isso. Ah, e também não tenho tiques políticos. Longe disso.

  9. Inês

    Duende, compreendo-a lindamente. Eu nunca deixei de votar desde Abril-74. Aceito que haja pessoas que não votem , mas tenho as minhas convicções e não abdico de as expressar. Também para mim é um dever cívico muito mais que um direito. Já somos duas. O momento que estamos a viver é deprimente, a democracia parece estar a ser abusada. Substituída por uma manhosa e enviesada leitura da Constituição. Esperemos que o PR esteja à altura e encontre uma saída que não nos diminua como cidadãos. Para si, um abraço.

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