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A anti-jardinização

Não está só nem em sentido figurado? (Ver esta entrada) Claro que está! E essa é a sua medalha. Por isso não é um “Fernando Seara” e muito menos um “Durão Barroso”.
Por estes dias ninguém está contra o FC Porto e, por enquanto, o senhor ainda é o arquétipo do anti-portista. Nesse sentido ganhou pontos ontem, ao não estar com Durão Barroso.
Não endeuso Rui Rio que, como ontem escrevi, também se deixou ir na onda da imbecilidade reinante tardando em desligar “o piloto automático” em alguns conflitos, mas reconheço, sem ironias, que o assunto é sério.
Merece que os eleitores o avaliem como autarca portuense como deram provas de ter feito com os seus antecessores.

A lembrança da sua solidão, tendo presente o adiamento de uma visita oficial de estado ao México e a euforia desmedida transmitida por um primeiro ministro alterado perante a pacatez de dois dragões de ouro com quem partilhava a bancada, é a melhor homenagem que se lhe pode prestar neste meio.
Talvez o provérbio do “Quem ri por último…” ainda não tenha chegado ao fim.
Pelo caminho julgo que o balanço vai sendo positivo para o país. Os portistas e seus dirigentes pelaram-se por ganhar tudo o que podiam e o senhor presidente sabe muito bem que terá de cumprir um excelente mandato para continuar a merecer a confiança do eleitorado, apesar do atrito.

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