Sem excepção – 10 Sugestões 3ª parte

Curiosidade estatística: quanto habitantes perdeu Lisboa entre 1991 e 2001?
100 mil (hoje são cerca de 500 mil residentes no concelho). Exactamente o mesmo número de residentes que Sintra acrescentou aos já existentes durante o mesmo período.

Vamos lá deixar aqui as últimas três sugestões . Noutros textos tentarei entrar no debate de outra forma enumerando e comentando várias opiniões recolhidas e divulgadas, entretanto, na blogoesfera… Há hoje uma entrevista do presidente da Carris no DN. Ainda não li. Parece que Santana Lopes, além de querer ser presidente “nem que seja a última coisa que faça enquanto for vivo!”, também anda a sugerir lancis de protecção para as faixas BUS…
O tema permanece na agenda.

8. Os investimentos previstos em material circulante mais económico, menos poluente, mais confortável e mais prático – o piso rebaixado nos autocarros e em comboios permite a sua utilização por um número muito razoável de indivíduos portadores de deficiências motoras – não devem ser adiados mas antes reforçados. Todos os interfaces e estações (incluindo os pontos de autocarro) deverão ter todas as condições que possibilitem o acesso aos transportes por parte de quem possua dificuldades motoras.

9. Alterações na lei do arrendamento de forma a tornarem a exploração dos imóveis mais efectiva, obrigatoriedade de colocação no mercado de imóveis devolutos há mais de cinco anos (aqui pode haver algumas excepções a considerar) e a requalificação de zonas habitacionais degradas no interior da cidade sujeitas posteriormente à legislação geral se feita pelos inquilinos e a um regime especial se assumida pelo Estado são medidas determinantes para contribuir para o reordenamento populacional de toda a região da grande Lisboa.

10. Não deve ser descorado o objectivo de obter ganhos de eficiência na “máquinaâ€? de gestão de tráfego, vigilância e disciplina da utilização do parqueamento da capital. Devem ser testados novos métodos de controlo, de identificação e punição dos prevaricadores. A cobertura e capacidade de resposta dos meios disponíveis pode e deve ainda ser substancialmente melhorado acompanhando a melhoria progressiva da oferta de transportes colectivos que se espera.