Adufe 5.0

As armas do meu adufe não têm signo nem fronteira
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As armas do meu Adufe,
não têm signo nem fronteira.

Bem-vindo ao Adufe 5.0


Archive for January, 2004


Sintonias

São vários os blogues (os seus autores) em sintonia. Falo de sintonias difusas, não organizadas e, particularmente, penso em sintonias raras vezes sublinhadas por não girarem em torno da política, de alguma causa ou de algum choque.

Lost in Translation (um filme) de que já aqui falei, traz-nos uma dessas sintonias que ameaça atingir o ponto de popularidade que levará a ser “bem” gostar do filme. Esta é uma consequência caricata, mas há muito inscritas nos genes, que atinge todos os fenómenos de sedução que assumam um determinado patamar de popularidade.
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Sai uma pastilha para o estômago! (act. II)

É pena o Ter Voz estar no limbo, talvez eles podessem melhor esclarecer isto.
Pelo que eu percebi até agora nada mais me resta do que tomar um anti-ácido (com o Paulo já somos dois só hoje) e concordar com o João Miranda:

Soares tem razão. Agora que o líder do PS faz demagogia securitária, o espírito de Abril está mesmo na lama.

Adenda II: Confesso que fui à procura da luz. Porque raio decidiu a concelhia do PS atirar-nos à cara este cartaz, recorrendo exactamente ao mesmo nível de intervenção política que Pedro Santana Lopes nos habituou?
Ainda que não tenha encontrado justificação para a evidente demagogia formal da intervenção da Concelhia do PS de Lisboa, prontamente apoiada pelo Secretário Geral, esta apresenta argumentos um pouco mais dignos no Forum Cidade. Contudo, a imagem que fica não é de todo a que transpira das palavras mais racionais publicadas no blogue, mas antes a de uma incómoda semelhança com o que Santana Lopes tem de pior. E já agora, provar ou não o agravamento da criminalidade violenta é quase o que menos interessa e leva tipicamente a um ror de manipulações e altercações balofas entre partidários. Se há sugestões de acção cuja execução se insira nas competências da Câmara e leve à diminuição do problema invista-se por aí. O que leio, salvo uma referêcnia a “o reforço de verbas na área social”, é a defesa de mais esquadras e isto soa-me mais a paleativo do que a profilaxia.

Adenda I: contributo para definir o que era/é o espírito de Abril:

Paz, Pão,
Povo e Liberdade
Todos sempre unidos
No caminho da verdade
(…)
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!!!

Isto não pode ser verdade… ou pode?

O blogue de que mais gostei em Janeiro

Hoje, com a calma que falta durante a semana, enquanto aguardo pela excessiva chuva que se preve para o Sábado, quedei-me alguns longos minutos pela Rua da Judiaria.
Deambulei um pouco pela blogoesfera e demorei-me por ali como se me assegurasse de ter encontrado um bom refúgio para algum momento de temporal.
É bonito, tem tutano para vários gostos e inspira serenidade. As minhas costelas judaicas ouvem com respeito e admiração o rabino.
Como se valesse de alguma coisa, apregou que podia muito bem ser o melhor blogue de Janeiro.

António José Teixeira

Just for the record: fora da Blogoesfera este é o comentador político em melhor forma no momento. No momento e há já muito tempo. É sempre um gosto ouvi-lo, por exemplo na Sic Notícias.

Dizer não!

Agora mais a sério:

Tenho lido e lendo tenho reparado que é muito raro gostar do estilo e mesmo de boa parte do conteúdo do que escreve Mark Kirkby no Pais Relativo, mas desta vez tenho que dizer que assinaria de bom grado este texto.

Como já aqui disse em tempos, entre os meus amigos, foram os eleitores do PSD os primeiros a sentirem-se defraudados com o que se passou no dia a seguir às eleições e nos meses imediatamente subsequentes com as sucessivas e espectaculares quebras de compromisso eleitorais e revelação das agendas ocultas. As diferentes expectativas deles e as minhas em boa parte explicaram a rapidez da sua desilusão… Numa perspectiva muito pessoal há pouco tempo esgotei toda a reserva intelectual que fui sustentando em relação a este governo. Foi neste entretanto que o elenco que o Mark hoje apresenta foi nascendo, ganhando mais foros de uma acção concertada do que da inicial solução de emergência com que as medidas foram sendo apresentadas. Bem vistas as coisas nada de muito surpreendente se passou, as condições eram propícias a mexidas profundas em várias áreas. O que não era claro – tenho o defeito/qualidade de renovar periodicamente a crença na boa fé das pessoas – eram as intenções que a médio prazo se reflectiriam nas medidas. Reformar o “paísâ€?, agilizar e requalificar a função pública, valorizar o papel do Estado pondo em pé de igualdade os desígnios Menor Estado e Melhor Estado? Claramente o objectivo Melhor Estado há muito que deixou de ser credível, fruto da obsessão do défice, da prioridade com preocupações em alargar a possibilidade de politização dos cargos intermédios da função pública, da incapacidade em compreender que a tarefa exigida é incompatível (ou incomportavelmente dispendiosa em termos sociais e veremos se eleitorais), com o desfasamento entre o chicote e a cenoura. Por exemplo, entre a redução de poder dos trabalhadores e a capacidade de integração de profissionais qualificados e motivados. O rumo começou a ser percebido com a lei da rolha nas contratações (e renovações de contratos a termo) na função pública e com a sua perenidade teórica volvidos que são quase dois anos de governo.
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Presidenciais: finalmente as coisas clarificam-se

O Paulo verbalizou aquilo por que todos esperavam há largos meses: a sociedade civil começa já a organizar-se para lançar o nome de Guilherme Silva para as Presidênciais de 2006. Mas não apenas de Guilherme Silva
Analisemos ainda a candidatura de Guilherme Silva para logo de seguida considerarmos o duelo que se adivinha.
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Blasting Rock na Benquerença

 Festival de Verão 2004; Benquerença, Penamacor, Castelo BRanco, Portugal Um conterrâneo benquerido passou por aqui e deixou-me os contactos que faltavam para poder promover condignamente a festa que se avizinha ali bem perto da raia de Espanha para o próximo Verão. Música! Ora espreitem lá a lista de bandas que se apresentarão entre 23 e 25 de Julho de 2004 na Benquerença.

Organização: CASM – Clube dos Amigos da Serra da Malcata

Iniciativa apoida pela Junta de Freguesia de Benquerença e Câmara Municipal de Penamacor

Redução de 3% nos gastos com a defesa do ambiente

Em 2002, a despesa das Administrações Públicas ascendeu a 898 milhões de euros em acções de defesa do ambiente (menos 3% do que em 2001), o que representou 0,69% do Produto Interno Bruto (0,71% no ano anterior).

In www.ine.pt

Blo.gs II e JMF II

O Blo.gs já reconhece o Adufe outra vez…

Não percam o editorial de hoje do JMF no Público. Uma dialéctica muito interessante sobre o erro e o engano. Seguindo aquela lógica nunca mais cometerei erros na vida, na pior da hipóteses, serei sempre enganado por outros. Por tipos como o JMF do editorial de ontem no mesmo jornal!

Hoje está um sol lindíssimo em Lisboa! Por cima das nuvens.