Adufe 5.0

As armas do meu adufe não têm signo nem fronteira
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As armas do meu Adufe,
não têm signo nem fronteira.

Bem-vindo ao Adufe 5.0


Archive for December, 2003


Momento publicitário

Se isto fosse um programa de fim de ano numa qualquer TV (por mais deprimente que fosse, e estão a ser – mais valia ler um livro como sugeriu já hoje o José Mário do BDE II) a publicidade estaria agora a ser paga a peso de ouro… Mas não é e aqui a publicidade é gratuita. Por enquanto sou eu que manda.

Publicidade:

O país: Portugal – um país curiosíssimo com uns habitantes do melhor que há. Simpatiquíssimos com os turistas e doidos por estados de depressão colectiva. Um must, venha visitar-nos.

O espumante: Murganheira “champanhe” dos pobres, 100 vezes melhor que qualquer raposeira.

Filme recomendado para a madrugada de hoje e, quem sabe, para ir vendo aos bocadinhos ao longo de 2004 recomendado a todos os portugueses e lusófonos: Uma História Simples de David Linch.

Simplifiquemo-nos.

Para o ano há mais blogue e algumas novidades.

São servidos?

É caseirinho!!!
E afinal até está bom… Nhami!
Ópera

Joke

Querem saber qual a lista de prémiados de 2003 do Adufe?
Post disponível apenas no Newsletter do Bloguítica.

Quanto vale um endereço de e-mail?
Para quando o primeiro blogue com assinaturas pagas?
Não esquecer de declarar actividade nas finanças e exigir recibo. Por falar nisso, em que categoria fiscal se deverá incluir esta “actividade”?

Dizem as estatísticas

Dizem as estatisticas que em Dezembro o Adufe foi visitado por computadores alojados em 58 países diferentes com o top três a incluir Portugal, EUA e Brasil.

Dizem as estatísticas que a “linguagem corporal” foi, de longe, a expressão mais procurada no Adufe, seguida de “ele e ela” e do inevitável “Sebastianismo“. Quase lamento não serem estas as prioridades (e por esta ordem) da nossa vida. Quase.

Dizem as estatísticas que a “velhinha de taubaté” aparece, ainda, no fim da lista (mas aparece!) dando-nos esperança e estimulando a nossa credulidade em mais um novo ano.
Como disse há pouco: fiquem bem.

Amigos…

Amigos, hoje à noite vou (vamos) tragar as comezainas ontem cozinhadas sob inspiração de Mary Shelley. E não satisfeitos (é obra feita a 4 mãos) ainda se perfilam cogumelos, queijos vários, ovos cozidos, presunto, picles, pão ralado, algum álcool, ingredientes secretos, sapateiras e gambas para uma segunda volta de experiências científicas na cozinha.
Novos “monstros” se advinham. Será que irei sobreviver ao que falta de 2003? Se sim hei-de estar a comemorar num bem popular passeio pela baixa mais logo à noite.
Que o ano 2004 seja um bocadinho melhor que este que finda.
Fiquem bem.
(ainda cá hei-de voltar antes de fechar o ano…)

A cozinha

Eu acho que nunca estive até tão tarde na cozinha em experimentações… Tudo estreias desde o belo pastel de bacalhau passando pelo leite creme (que ficou mais parecido com xarope de limão cremoso) ao especialíssimo bolo coquete do Cordon Bleu cujo aspecto final é ainda neste momento uma perfeita incógnita. Bom, já chega de descanso deixem-me lá ir ao último assalto. Até amanhã !

Mapa de risco sísmico em Lisboa 2ª parte (revisto)

Continuando a busca na Internet por informação sobre o risco sísmico em Lisboa fui parar a dois sítios merecedores de destaque.
Um do (extinto?) Instituto Geológico e Mineiro onde me pedem pela Carta Geológica do Concelho de Lisboa, na escala de 1:10 000, em Formato Digital, além da assinatura de um termo de responsabilidade, entre 748,20€ a 1496,39€ mais IVA e portes de envio. Como eu não tenho o software que permita ler o mapa digital (e só por isso) continuei em busca de informação mais…acessivel e fui parar ao outro aqui (opção Intensidade Sísmica).
A informação é menos que básica, muito grosseira mesmo, mas para já é o que se pode arranjar. Se descobrirem melhor…digam coisas!

Adenda: é suposto o Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil ter feito e divulgado em tempo o referido mapa, mas mais do que essa acção pontual junto da população de Lisboa convinha que se mantivesse disponível a todo o tempo, por exemplo, no seu sítio na Internet… Acreditemos que esteja mesmo em construção uma nova casa virtual porque o que hoje existe é do mais pobre que consigo imaginar, quase nem vale a pena ir…

Em busca da carta sismológica de Lisboa (será este o nome?)

Quem tem acesso e pode disponibilizar informação sobre as zonas de risco sismico em Lisboa? Eu gostava de saber o grau de risco do sub-solo em que assenta o meu doce lar… O nosso geólogo de serviço não quer ajudar?

Primeiro achado:
Carta de Isossistas de Intensidades Máximas, no Instituto de Meteorologia.

A bola de cristal

O Adufe cita John Kenneth Galbraith:

“The only function of economic forecasting is to make astrology look respectable.”

E cita muito bem porque só um tolo é que acredita que um sistema complexo como a economia pode ser antecipado. Mas se não pode ser antecipado, então as interferências do estado na economia são irresponsáveis porque as consequências das políticas são imprevisíveis.

in Liberdade de Expressão

Meu caro João, interpreto a frase de JKG mais como um apelo bem humorado ao culto da humildade por parte dos economistas (econometristas) e ao espírito crítico de quem por eles é aconselhado, do que como uma lei empírica que deva tolher por completo a utilidade da tentativa de projecção da realidade económica.
No fundo é o mesmo que dizer: tenhamos cautela com as previsões, olhemos para elas como indicações, como mais uma peça de informação a considerar no conjunto dos dados que levam à tomada de decisão.
É preciso ver que qualquer empresa, e não apenas o Estado, deve fazer um esforço para se projectar no futuro, em fazer previsões sobre si e sobre o meio em que se insere, (e isto também envolve economic forecast!) para melhor preparar decisões estratégicas.
Olhemos para as previsões mas não as levemos demasiado a sério, não façamos depender a nossa reputação e as nossas políticas da absoluta precisão das mesmas. As consequências que o João extrai são na minha modesta opinião excessivas e claramente enviesadas. Uma engraçada provocação 🙂

Uma área onde o João Miranda deve estar mais próximo da razão (apesar de haver ainda uma acessa discussão e muita matemática a palpitar) é na previsão dos mercados financeiros: demasiadas vezes a melhor previsão é um belo de passeio aleatório. It’s an arch question to deal with! 😉
Como perguntava outro economista que cito de cor: se os analistas financeiros são tão bons a prever a evolução das cotações porque raio é que não são todos multimilionários?

Presenting: Juergen Klinsmann de Shamiday

É já um ancião este gato da minha gata portista, tem pinta de leão:

Juergen Klinsman de Shamiday