Adufe 5.0

As armas do meu adufe não têm signo nem fronteira
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As armas do meu Adufe,
não têm signo nem fronteira.

Bem-vindo ao Adufe 5.0


Archive for September, 2003


Political Compass

O velho Adufe teve durante uns tempos disponível o link para o Political Compass.
A dada altura “perdi” o template – eufemismo para “dei cabo de template” – e esqueci-me de repôr a ligação. Hoje, a Cláudia recordou-me novamente esta curiosa experiência e repeti o teste.

Tanta discussão que houve, há e haverá nesta esfera sobre esquerda e direita. Tinha piada ver esses companheiros, ou camaradas, se preferirem, fazer o teste e publicá-lo. Just for laugh.
Aqui fica o meu contributo.
Da última vez que o fiz, há cerca de três anos, lembro-me vagamente de receber a classificação de Libertário, muito ligeiramente à esquerda. Hoje, actualizadas as perguntas e as respostas, descubro-me ainda mais libertário e bastante mais à esquerda. E confesso que, se a memória não me falha, foi-me bem mais fácil responder às perguntas desta vez.
Não era suposto ir amadurecendo e ir acumulando conservadorismo?

Bom, caros leitores, quando aqui lerem opiniões políticas ficam já avisados: Este é um blogue de um libertário de esquerda segundo o Political Compass.

Para memória futura:
Your political compass
Economic Left/Right: -6.88
Libertarian/Authoritarian: -6.05

Ai Louçã, Louçã, diga o compasso o que disser daqui não levas nada!

A fonte

Não há nada como ir à fonte. Foi o que o Terras do Nunca acabou de fazer:

And so, my fellow americans: ask not what your country can do for you – ask what you can do for your country.
My fellow citizens of the world: ask not what America will do for you, but what together we can do for the freedom of man.

JFKennedy, 1961.

Estrela polar

Em audições no Adufe desde hoje:

Screensaver

NOITE, O QUE É?, 11.
Sentar-se um homem diante das coisas e parar, para que o resto dance à sua frente como um retrato que traz preso aos olhos. Talvez isso seja o que mais acontece à noite, ou quando há um perfume preso às camisolas, uma variação qualquer naquele vento. Relva, relva verde. Varandas delicadas cheias de sombra. Insónias. São tão simples, os favorecidos do mundo, tão cheios de sorte. Tão cheios de frio, de coisas caladas.
in Aviz

A velhinha de Taubaté

Hoje acordei para ouvir falar pela primeira vez da velhinha de taubaté.
Trata-se de facto de uma velhinha que vive algures no Brasil de Luis Fernando Verissimo e que pelos vistos acredita nos blogues. Deixou-me algumas palavras num comentário ali em baixo, lamentando o desaparecimento do Piu Piu.

A velhinha de taubaté
(…)
Os governos mudam, as promessas se renovam, as autoridades nem tanto, mas se há uma coisa firme no país é a crença da Velhinha de Taubaté. Presidentes da República e ministros, por exemplo, a consideram um patrimônio nacional, já que ela acredita em todos os seus projetos e nas justificativas que dão depois para o fracasso dos projetos. Criada durante o Governo Figueiredo, a Velhinha não é mais personagem das crônicas de Verissimo, mas permanece um símbolo da fé cega no Brasil.
(…)
in LFV

Eu oferecia uma passagem a este velhinha para vir até Portugal dar algum ânimo à sua irmã portuguesa…como é mesmo o nome dela (da portuguesa bem entendido)?

Janela Indiscreta (act.)

A Janela Indiscreta é um dos blogues mais belos da blogo-esfera. Aprecio particularmente o visual. Hoje sigo uma sugestão que lá encontrei e reproduzo-a também aqui. Esta imagem, Morning, de Caspar David Friedrich (1774-1840), pintor que desconheço inteiramente como tantos outros (infelizmente), tem muito a ver comigo. Afinal o que diz de nós uma imagem?


Segue um link que simpaticamente me enviaram. Mais uma porta para um admirável mundo.

Kreplach

Hoje acordei para ouvir pela primeira vez falar de Kreplach.

Parece que o ano novo judaico se comemorou por estes dias.
Em Londres cozinhou-se Kreplach.
Finda a função alimentícia e o ritual festivo, a boa disposição chegou há pouco por e-mail à caixa de correio deste amigo.
« We made ‘kreplach’ they are like ravioli but much more work! »
E agora, amiga, fico aqui com água na boca? 🙂

Eslovénia pela Aba

A Stanka, uma amiga eslovena, contou-me coisas lindas sobre a sua terra que me deixou com vontade de ir até lá. Pelas palavras dela fiquei com a impressão de um país sereno, sem grandes problemas económicos e sociais e educado servindo de tampão às confusões balcãs. Um país em sintonia com a natureza e com a vida.
A Isabel da Aba de Heisenberg esteve por lá 15 dias e diz-nos mais qualquer coisa num interessante relato aqui no seu Diário de Lubliana

Munições

Munição para dias de chuva acabada de chegar por correio electrónico, catalogada como frase do ano:

“Nunca desistas de um sonho.

Se não houver numa pastelaria, vai a outra.”

A Cegonha

Entrevista a um transeunte:
“- Qual é a sensação de viver no país pioneiro nos blackouts pós-modernos?”