Adufe 5.0

As armas do meu adufe não têm signo nem fronteira
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As armas do meu Adufe,
não têm signo nem fronteira.

Bem-vindo ao Adufe 5.0


Archive for July, 2003


Aproxima-se o número da besta…

Quem será o leitor 666 deste blogue?

Alegado esclarecimento dos Pás II

Acreditam que eu li em público o primeiro post com o título deste, que surge algumas linhas mais abaixo, e houve quem acreditasse que se tratava de uma notícia, de um desmentido do PS que eu estava a ler na página on-line de algum jornal?!?!?
Já nem uma caricatura sei fazer… Ou serei um leitor de écrans assim tão convincente? Já não haverá caricatura possível?
Como diz o nosso PR: Caramba!

Momento de Humor

Selecciono duas notícias de hoje, a primeira do Público:
“Maria Elisa Suspende Mandato por Doença e Regressa à RTP.
A deputada jornalista vai fazer um programa de entrevistas no primeiro canal”

E a segunda da TSF:
CONSELHO DE MINISTROS
Cerco às baixas fraudulentas

Bem sei que a Deputada-jornalista não se enquadra no grupo das portuguesas (e portugueses) manhosos mas tem a sua piada no dia do “cerco” aparecer a notícia de uma senhora baixinha que vai trabalhar (para outro sítio) por estar doente. Tem também particular actualidade a crítica de ontem do Abrupto às incompatibilidades entre fontes e ex-jornalistas quando ambas chegam à qualidade de deputados.
Não quero acreditar que a senhora se canse menos na RTP…
Agora a sério: as melhoras! E não me leve a mal…

P.S.: Temos presidente:
“Presidente veta lei-quadro
Jorge Sampaio vetou a lei-quadro de criação dos municípios e devolveu o diploma à Assembleia da República, segundo fonte da Presidência citada pela Agência Lusa. Deste diploma depende a criação dos novos concelhos de Fátima e Canas de Senhorim.”

O Príncipe

É o livro que ando a ler por estes dias. Lamento não o estar a reler para ser franco… Mas quantos livros não lerei ainda ficando com este sentimento na alma?
Talvez não valha a pena tecer encómios a um clássico aclamado há cerca de 500 anos, mas vale a pena sublinhar uma estupefacção mais corriqueira. A cada capítulo que leio fico cada vez mais com a sensação de estar a ler um excelente tratado de sociologia, se não nos moldes modernos da dita seguramente uma peça fundadora… E vou-me lembrando daquilo que era o currículo de Sociologia no secundário do meu tempo… Max Weber, Durkheim. Cheguei à universidade e levei com os mesmo senhores e mais uns quantos: Montesquieu, Hobbes… Andará algum lobby anti-Maquiavel por aí? Estou assim tão enganado nesta revisão de casting que insinuo? Haverá quem tenha medo que Maquiavel seja perigoso para as mentes das criancinhas?
Pela minha parte acho muito educativo para quem gerir uma empresa, um país, um lar… E (quase) nada maquiavélico sublinhe-se! Uma referência incontornável, não fosse esta estranha inquisição que nos impomos a nós próprios.

Imaginário Leitor…

Acabaram de me informar que desde que inaugurei este blogue, há coisa de um mês, tenho dado um e-mail errado ali na coluna da esquerda… Azelhices! Se algum leitor menos imaginado, por ventura, tentou estabelecer contacto por esse mail e não obteve resposta, não me tome por antipático. Simplesmente a mensagem não chegou ao destino. Sorry!
O E-mail correcto é: fogueiralusa@yahoo.com

Alegado esclarecimento dos Pás

Caros leitores, alegadamente portugueses ou não.
Contrariamente ao alegadamente suposto na transcrição de uma alegada escuta telefónica entre um membro do Conselho de Estado e um ex-ministro da Justiça que surge publicada em vários orgão da comunicação social, não houve alegadamente qualquer utilização da palavra “pá” na conversa.
Fontes seguras alegadamente ligadas ao processo afiançam que várias alegadas interferências na linha foram indevidamente transcritas como “pás”. Foram, aliás, essas alegadas interferências que terão justificado a sugestão de continuação da alegada conversa noutro telefone.
Alegadamente me despeço com os melhores cumprimentos.

Aparício Al-Gamen Tedesco

Ai Pá! Esta vida pá…

Tenho de deixar de escrever posts de manhã, pá!… Ó pá, havia (e se calhar ainda há, pá) com cada asneira no post anterior, pá! Até já! Pá!

A paixão dos comboios

Depois das críticas que aqui deixei há alguns dias, premitam-me fazer eco de uma boa notícia sobre os comboios que li há pouco no Público.

«A CP apresentou ontem os primeiros comboios modernizados que, a partir de segunda-feira, começam a circular entre Lisboa e Tomar.

O serviço regional de Tomar é o primeiro a receber três comboios que foram sujeitos, segundo a CP, a uma “modernização profunda que passou pela instalação das mais modernas tecnologias da indústria ferroviária”. Até ao início de 2005 deverão estar a circular no serviço regional 57 comboios renovados, de três carruagens, que permitirão, de acordo com o presidente da CP, Crisóstomo Teixeira, “uma redução do tempo de viagem”.
(…)
Este responsável adiantou que a velocidade média poderia aumentar, reduzindo em 15 minutos o tempo de percurso Lisboa/Tomar, que ficaria a demorar hora e meia. Mas, para tal, “é necessário uma melhoria da infra-estrutura, que cabe à Refer [Rede Ferroviária Nacional]”.
(…)
O serviço de Tomar é considerado “o serviço regional de bandeira da CP com mais clientes”, tendo transportado o ano passado 3,6 milhões de passageiros. Faz 46 circulações diárias até Lisboa.
(…)
Até 2005 serão introduzidos dois comboios renovados por mês, estendendo-se a oferta deste serviço aos regionais da linha do Norte (Coimbra/Porto, Coimbra/Entroncamento e Lisboa/Tomar), além de Coimbra/Beira Alta, Coimbra/Figueira da Foz e Entroncamento/Beira Baixa e ainda na Linha do Sado entre Barreiro e Setúbal.
»

Lendo o resto da notícia percebe-se que se investiu no sítio certo e da forma certa (mais conforto, mais segurança, maior rapidez, maior beleza estética). Os resultados não hão de demorar. Pode ser que o smog em Lisboa e arredores com medidas como esta comece a diminuir. Não é suficiente mas é necessário.

Um livro

Hoje vou ler algo mais palpável. Em memória de uma floresta…
Não mais blogue, não mais.

Até de noite…

Imagem do Incêndio
Foto de António José/Lusa

Cheira a madeira queimada na noite de Lisboa.